Bolsas de doutoramento impulsionam a investigação para além da academia

Um novo vídeo do PESSOAS 2030 relata o percurso de Catarina Viana, bolseira de doutoramento em contexto não académico, cuja história demonstra como o investimento na qualificação avançada pode contribuir para aproximar a ciência da sociedade e da economia.
16 de Junho, 2026

No novo episódio da série “Novas Caras Portuguesas”, o Programa PESSOAS 2030 dá a conhecer o percurso de Catarina Viana, investigadora que desenvolve o seu doutoramento em contexto não académico, apoiada pelos fundos europeus no domínio da Formação Avançada, numa experiência que alia a produção de conhecimento científico à sua aplicação prática em ambiente empresarial.

Catarina partilha o seu percurso académico e profissional, explicando de que forma a bolsa de doutoramento que lhe foi atribuída, com o financiamento do Fundo Social Europeu Mais (FSE+) e Estado português, lhe permite desenvolver investigação na sua área de estudo.

O seu trabalho de investigação está centrado no potencial das algas para aplicações inovadoras e sustentáveis, explorando novas formas de valorização destes recursos naturais.

O testemunho de Catarina evidencia o potencial deste modelo de formação avançada para criar pontes entre o sistema científico e tecnológico nacional e o tecido produtivo, com impacto direto na competitividade das organizações e no desenvolvimento económico.

No âmbito do PESSOAS 2030, têm vindo a ser apoiadas bolsas de doutoramento destinadas à formação avançada, em ambiente académico e não académico. Até 31 de dezembro de 2026, o Programa apoiou 5.153 bolsas de doutoramento, incluindo 973 em ambiente não académico.  O montante total elegível aprovado, até 30 de abril de 2026, é de 282 milhões de euros, dos quais 240 milhões são investimento FSE+.

Este investimento promove projetos de investigação desenvolvidos em universidades, centros de investigação, empresas, laboratórios colaborativos e outras entidades do sistema científico e tecnológico nacional.

Visam estimular a produção de conhecimento, a transferência de tecnologia e a aproximação entre a investigação e os desafios económicos e sociais, reforçando a qualificação avançada da população e a competitividade do país.

A história de Catarina, tal como as de tantas outras pessoas que a série “Novas Caras Portuguesas” tem dado a conhecer, mostra que os fundos europeus são muito mais do que números ou investimentos.

São oportunidades que ajudam a abrir caminhos, a melhorar positivamente a vida das pessoas e, por essa via, promovendo o desenvolvimento sustentável e coeso do país, ao concentrar os apoios dos fundos europeus nas nossas regiões menos desenvolvidas.

Conheça a história da Catarina Viana!

Crédito foto: Pessoas 2030

Fonte: Pessoas 2030

Outras páginas que podem ser úteis

 

Eventos